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domingo, 18 de dezembro de 2016

[ VEÍCULOS ] ( PARTE 9 ) ADAM OPEL

NASCEU 9/5/1837 ---- FALECEU 8/9/1895

1862

Após vários anos a trabalhar como operário metalúrgico, Adam Opel inicia atividade na sua cidade natal, Rüsselsheim: constrói a sua primeira máquina de costura, criando as bases daquela que viria a ser a marca Opel.

1886

Ao entrar no negócio do fabrico de bicicletas, uma atividade em expansão, Adam Opel assegura um segundo pilar para a sua empresa. Os filhos de Opel são entusiastas do ciclismo, vencendo várias centenas de corridas com bicicletas da marca Opel nos anos anteriores a 1898. Em menos de 40 anos, Opel torna-se no maior fabricante de bicicletas a nível mundial.


1886

Ao entrar no negócio do fabrico de bicicletas, uma atividade em expansão, Adam Opel assegura um segundo pilar para a sua empresa. Os filhos de Opel são entusiastas do ciclismo, vencendo várias centenas de corridas com bicicletas da marca Opel nos anos anteriores a 1898. Em menos de 40 anos, Opel torna-se no maior fabricante de bicicletas a nível mundial.


O logótipo da OPEL passou por inúmeras modificações até chegar na aparência dos dias atuais. A primeira significativa mudança ocorreu em 1937, quando foi introduzido um logótipo em homenagem ao Conde Zeppelin (grande orgulho dos alemães na época), que tinha como símbolo um dirigível estilizado. Depois de pequenas atualizações, o logótipo passaria por uma radical mudança em 1965, quando surgiu o famoso símbolo do raio (Blitz), baseado em um antigo modelo de caminhão da montadora na década de 30. Ao mesmo tempo, o símbolo também lembrava o Z de Zeppelin. Até aos dias de hoje  o logótipo passou apenas por modernizações.


121 ANOS DEPOIS DO FUNDADOR DA EMPRESA TER FALECIDO.

Opel GT Concept. motor 1.0 três cilindros de 145 cv.     Salão de Genebra 2016.




domingo, 4 de dezembro de 2016

[ VEÍCULOS ] ( PARTE 8 )


PROCESSO EVOLUTIVO DO AUTOMÓVEL
Podemos dizer que ninguém inventou o automóvel. Este resultou de um processo evolutivo de um conjunto de várias invenções e assim se chegou à carruagem puxada a cavalos, na qual foi montado um motor a vapor, e o triciclo do século XIX, que não era mais que uma bicicleta com uma roda a mais que lhe conferia maior estabilidade. Com o passar do tempo os carros foram perdendo a sua semelhança com a carruagem.
Foram numerosas as influências que condicionaram a atual forma do carro. Técnicos, artistas e legisladores, obedecendo aos ditames da física e da matemática, da estética e da segurança, tiveram todo o seu papel. Poucos daqueles que participaram inicialmente do processo de evolução do carro poderiam ter imaginado o que iria resultar dos seus esforços no período de um século.
Desde o seu aparecimento, em consequência de experiências casuais de pequenos grupos de inventores, o automóvel evoluiu de tal maneira que veio a transformar a sociedade. Tendo conseguido inicialmente o objecto de diversão ao alcance apenas do capricho das classes mais ricas, converteu-se num benefício para milhões de pessoas, num meio de locomoção essencial.
Na origem do carro encontra-se o motor de combustão interna; o primeiro exemplar foi construído em 1860 pelo inventor Étienne Lenoir. A partir de então, chegou-se rapidamente ao que há de fundamental no modelo de um automóvel.
Primeiras experiências
Experiências isoladas, realizadas em toda a Europa ao longo das décadas de 1860 e 1870, contribuíram para o aparecimento de algo muito semelhante ao carro atual. Uma das mais significativas foi a invenção de de um pequeno automóvel impulsionado por um motor a 4 tempos, construído por Siegfried Markus, em Viena, em 1874. Os motores a vapor, que queimavam o combustível fora dos cilindros, abriram caminho aos motores de combustão interna, que queimavam no interior dos cilindros uma mistura de ar e gás de iluminação. O ciclo de 4 tempos foi utilizado com êxito pela primeira vez em 1876, num motor construído pelo engenheiro alemão Conde Nikolaus Otto. Neste motor o combustível era comprimido antes de ser inflamado, o que resultava um considerável aumento de rendimento do motor.


Ao utilizar como combustível gasolina em vez de gás, conseguiu-se que o motor dispusesse de uma alimentação de carburante independente; a partir de então, pôde converter-se em objecto móvel com evolução constante.